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Feira Livre da Agricultura Familiar e Camponesa completa 10 anos

As feiras são fenômenos econômicos sociais muito antigos. Em muitos lugares no interior do país elas são o principal e, por vezes, o único local de comércio da população.

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Desde o seu surgimento, a Feira Livre da Agricultura Familiar e Camponesa é um local de relações econômicas, sociais e culturais tornando-a um lugar de construção de espaço e identidades, relacionados intimamente com todos os seus agentes partícipes.

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Criada há 10 anos pela Coopeagri, a feira nasceu do desejo dos associados de ter um espaço para comercializar diretamente com o consumidor final, valorizando o trabalho no campo e garantindo produtos mais frescos e saudáveis na mesa dos ibirubenses.

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O projeto, que começou junto à sede da Coopeagri na Rua Mérito, ganhou ainda mais visibilidade quando, em janeiro de 2021, passou a ocupar um espaço privilegiado no coração da cidade, graças a uma parceria com a Prefeitura Municipal de Ibirubá.

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Hoje, localizada na Avenida General Osório, 1047 (ao lado da Lotérica), a feira acontece todas as terças e sábados, das 7h às 12h, reunindo sete feirantes — todos associados da cooperativa — que oferecem uma ampla variedade de produtos: frutas, verduras, pães, bolachas, cucas, mel, panificados e delícias coloniais que encantam moradores e visitantes.

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Na feira, o consumidor encontra o produtor, e para além de efetuar compras, também pode dialogar sobre a forma de cultivo, características e insumos utilizados, reforçando a importância da agricultura familiar para o desenvolvimento sustentável e para a alimentação saudável.

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Entre os clientes fiéis está Mariana Ribas Moraes, professora aposentada, que acompanha a feira desde o início. “Sou cliente da feira desde o início, quando era lá fora, na sede da Coopeagri. Eu ia lá todo sábado comprar para a semana. Gosto muito desses produtos porque são fresquinhos, não passaram por aquele processo de durabilidade dos supermercados. A gente pretende com essas compras ter uma alimentação mais saudável. Os produtos são saborosos e sempre frescos. Todo sábado eu bato ponto aqui na feirinha”, conta Mariana Ribas Moraes, professora aposentada

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Outro consumidor assíduo é Nilve Kempin, que também celebra a importância da feira para a cidade:

“Primeiro quero parabenizar a todos pelos 10 anos que a feira está completando este ano. Para mim, a importância da feira é justamente a produção de alimentos frescos — colhidos no mesmo dia ou, no máximo, no dia anterior. Na minha avaliação, esses são os alimentos mais saudáveis. Sou cliente há muitos anos, praticamente desde o início, e venho quase todo sábado fazer as minhas compras”, destacou.

Ao todo, fazem parte da feira as seguintes famílias, associadas à Coopeagri:

Silvério e Verenice Wohlemberg, Ido e Ela Beskow, Andréia F. D. Bock, Dirson Gabe, Alisson Paulineli, Luciana Welzel e Fabrício Boness.

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Com uma década de história, a Feira Livre da Agricultura Familiar e Camponesa segue crescendo e mostrando que consumir local é um ato de amor à comunidade, à saúde e ao meio ambiente.

A coordenadora das Cadeias Curtas na Coopeagri faz o seguinte relato: “de uma forma ou de outra, faço parte da Feira Livre desde o seu início, que em outubro de 2025 completa 10 anos de atividades. No começo, a feira acontecia no pátio da Coopeagri e, com o passar do tempo, conquistou esse lindo espaço no centro da cidade, com o apoio do poder público. Faz três anos que estou como coordenadora dessa atividade e me sinto muito feliz em ver a satisfação dos clientes e também dos produtores. Temos uma banca da Coopeagri, onde comercializamos alguns produtos das nossas agroindústrias, mas os itens mais procurados sempre são as verduras — pela qualidade e, principalmente, por serem produtos fresquinhos. Deixo aqui os parabéns a todos os produtores e clientes pelos 10 anos da Feira Livre. E como dizem os próprios feirantes: vida longa à Feira Livre”.

27 de outubro de 2025

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